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06/04/2018 - Leia os destaques dos jornais desta sexta-feira


Bruno Covas assume prefeitura sob pressão de carreira política discreta

Tucano entra na vaga de Doria, que disputará eleição ao governo de SP

Com mais de uma década em cargos públicos, Bruno Covas (PSDB) teve atuação discreta em funções do Executivo e do Legislativo —apesar de boas votações alavancadas pelo sobrenome do avô, Mario Covas, ex-governador e ex-prefeito de São Paulo.

Não deixou grandes marcas como deputado estadual e federal nem como secretário paulista de Meio Ambiente —e, como secretário das Prefeituras Regionais de João Doria (PSDB), foi afastado pelo correligionário em meio às críticas à zeladoria da cidade.

Por outro lado, conciliador e diplomático, ainda é bastante jovem —e elogiado por adversários políticos pela maior propensão ao diálogo.

É com esse retrospecto que Bruno Covas (PSDB) —divorciado, morador da Barra Funda (zona oeste), pai de um garoto de 12 anos—  assumirá a Prefeitura de São Paulo em um evento com Doria na tarde desta sexta (6). O atual prefeito sairá para disputar a eleição ao governo paulista.

A cidade com mais de 12 milhões de habitantes terá seu prefeito mais novo desde a redemocratização —Covas completará 38 anos no sábado (7).
 

Cinco são condenados a mais de 14 anos de prisão por matar travesti no Ceará

Dandara Kethlen foi agredida e assassinada a tiros na capital cearense em fevereiro de 2017

Após 15 horas de julgamento em Fortaleza, cinco pessoas foram condenadas a mais de 14 anos de prisão pela morte da travesti Dandara Kethlen, 42,  agredida e assassinada a tiros na capital cearense em fevereiro do ano passado. O espancamento até a morte foi filmado, viralizou na internet e provocou repercussão nacional. Apesar da decisão, cabe recurso aos acusados, em princípio uma apelação ao Tribunal de Justiça do Ceará.

Alguns dos condenados estão presos desde março de 2017. Todas as qualificadoras apresentadas pela acusação foram aceitas pelo tribunal do júri, a transfobia foi considerada como motivo torpe, o que foi mais uma qualificadora do crime e todos foram qualificados neste tipo penal. Francisco José de Monteiro Oliveira Júnior, responsável por dois disparos levou a pena maior de 21 anos, Jean Vítor da Silva Oliveira, foi condenado a 16 anos, Rafael Alves da Silva Paiva, cumprirá 16 anos. Desses, apenas Isaías da Silva Camurça e Francisco Gabriel Campos dos Reis não aparecem no vídeo espancando Dandara, mas ambos cumprirão pena de 14 e 16 anos, respectivamente. Somente Isaías não recebeu a qualificadora de impossibilidade de defesa da vítima Já Jonatha Willyan Sousa da Silva, o 'Lourinho Briba', apontado como a pessoa que filmou a cena, continua foragido.

Nascida Antônio Cleilson Ferreira de Vasconcelos, adotou o nome de Dandara quando tinha aproximadamente 17 anos. Na lembrança da mãe, Francisca Ferreira de Vasconcelos, 74, era uma pessoa extrovertida, com uma veia humorística. "Eles atiraram pedra no meu filho, chutaram, bateram. O caixão precisou ficar fechado no velório e no enterro, ele estava desfigurado", disse à reportagem a mãe, em março de 2017.

O júri levou em conta as qualificadoras do crime impetradas pela acusação e assim os réus foram julgados por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima). Apenas a corrupção de menores foi excluída da pena.

 

Lula não vai se entregar em Curitiba, diz Rui Falcão

Ex-presidente do PT afirmou que petista não vai cumprir ordem de prisão do juiz Sérgio Moro

O ex-presidente do PT Rui Falcão disse na manhã desta sexta-feira, 6, ao Estadão/Broadcast, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não irá se entregar à Polícia Federal, em Curitiba, como determina a ordem de prisão expedida pelo juiz federal Sérgio Moro no fim do dia de ontem.

Por lá, aumenta, com o passar das horas, o número de militantes e membros de movimentos sociais ligados ao PT concentrados dentro e fora da sede do Sindicato. Há pouco chegou uma comitiva do Central dos Movimentos Sociais com cerca de 50 pessoas portando bandeiras, cartazes e gritando palavras de ordem em apoio ao ex-presidente. A expectativa dos militantes é a de que cerca de 100 mil pessoas ocupem as imediações do Sindicato até o final do dia.

Enquanto isso, Lula aguarda o resultado de um novo pedido de habeas corpus feito por sua defesa e que será analisado pelo ministro Felix Fischer, da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A defesa de Lula entrou com o pedido nesta sexta-feira, para evitar a prisão decretada ontem por Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba.
 

Jovem de 22 anos é detido em ônibus levando R$ 176 mil nas meias

Ele seguia para Foz do Iguaçu, no Paraná, quando foi parado no km 46 da Rodovia Castelo Branco, em Araçariguama

Um jovem de 22 anos foi detido pela Polícia Rodoviária Estadual com R$ 176 mil escondidos nas meias, quando seguia para Foz do Iguaçu, no Paraná, num ônibus que saiu de São Paulo, na noite desta quarta-feira, 4. O veículo foi parado no km 46 da Rodovia Castelo Branco, em Araçariguama. As cédulas estavam comprimidas em meias antivarizes que o rapaz vestia.  

Ele disse que se mudou da Bahia para a capital paulista e, como estava desempregado, aceitou a incumbência de levar o dinheiro em troca de R$ 150. O suspeito não soube dizer a quem se destinavam os maços de cédulas. A polícia informou ter recebido uma denúncia anônima sobre o transporte do dinheiro e o ônibus, que vinha sendo monitorado desde que passou pelo pedágio de Jandira, foi parado no posto de policiamento do km 46.

A pessoa que fez a denúncia também informou as características físicas do suspeito. Uma parte das cédulas - R$ 36 mil - estava num saco plástico.

O jovem, que é operador de máquinas e não teve o nome divulgado, disse que a dona do dinheiro é uma corretora de seguros que o conhecia da Bahia. Os maços de cédula foram entregues por um irmão dessa mulher num banheiro do Terminal Barra Funda, na capital paulista. O rapaz foi ouvido e liberado. O dinheiro foi apreendido e a Polícia Civil vai investigar sua origem.
 

Operação no interior prende integrantes de 'tribunal do crime' do PCC

Além de 11 pessoas presas, foram cumpridos novos mandados de prisão contra 13 detentos que cumprem pena no sistema carcerário paulista

Uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira, 5, cumpriu 24 mandados de prisão contra integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) por crimes como tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo em quatro cidades do interior de São Paulo. Entre os presos estão membros da facção envolvidos no julgamento e execução de pessoas no chamado "tribunal do crime". Além de 11 pessoas presas durante a operação, foram cumpridos novos mandados de prisão contra 13 detentos que já cumprem pena no sistema carcerário paulista.

As prisões aconteceram em Jundiaí, Campinas, Mogi Guaçu e Bragança Paulista e três delas foram em flagrante. Também foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em 17 cidades. Os policiais arrecadaram 1,5 mil papéis com anotações envolvendo a contabilidade do tráfico sem qualquer referência a nomes - tática usada pelo PCC. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação realizada pela Delegacia de Investigações de Jundiaí permitiu decifrar códigos e anotações embaralhadas. Com isso, foi possível identificar os envolvidos e suas atribuições dentro e fora da organização.

A apuração teve início há um ano, quando um integrante do PCC foi preso em Jundiaí. A partir dessa prisão, foi possível esclarecer seis homicídios praticados por integrantes de uma espécie de tribunal mantido pela facção para julgar e punir quem viola suas regras. Em Campinas, voltou a ser preso um líder da facção que já havia cumprido pena por tráfico. Conforme a SSP, a Operação Glossário - o nome se deve à grande quantidade de anotações apreendidas - mobilizou 226 policiais das cinco delegacias seccionais da região de Campinas (Deinter-2), com apoio de 71 viaturas.
 

Mulher faz refém em ponto de ônibus e bloqueia Av. Paulista

Vítima ficou ameaçada por uma faca por 40 minutos, até agressora se render à PM

Uma mulher foi feita refém por uma idosa em um ponto de ônibus na altura do número 900 da Avenida Paulista, em São Paulo, na manhã desta quinta-feira, 5. Com uma faca de cozinha, a agressora ameaçava ferir a vítima no pescoço. Segundo a Polícia Militar, o primeiro pedido de socorro feito ao 190 chegou às 12h16. A mulher se entregou às 12h58. A delegacia chegou a arbitrar fiança de R$ 2 mil, mas o valor não foi pago e a suspeita deverá ser encaminhada para audiência de custódia nesta sexta.  

Os primeiros policiais que chegaram no ponto, na frente do prédio da Petrobrás, segundo a PM, isolaram a área e pediram auxílio ao Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), e o Resgate do Corpo de Bombeiros. Mas a agressora concordou em se desarmar e entregar a faca antes de os grupamentos especiais chegarem. A Avenida Paulista chegou a ser bloqueada, em todas as faixas, na pista sentido Paraíso, na altura da Alameda Campinas, mas foi liberada no início da tarde.

A polícia ainda não confirmou a identidade das envolvidas nem o que teria provocado a ocorrência. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o caso foi registrado no 78.º Distrito Policial (Jardins) como sequestro e cárcere privado. A Justiça decidirá nesta sexta se a mulher continuará detida.
 

Plano petista inclui pressão sobre ministra Cármen Lúcia

Petistas e representantes de movimentos de esquerda elegeram a ministra Cármen Lúcia como alvo na tentativa de obter uma vitória para o ex-presidente Lula no STF (Supremo Tribunal Federal).

A estratégia, definida por lideranças reunidas no Instituto Lula ao longo do dia de ontem, é pressionar a magistrada para que a corte discuta a possibilidade de prisão após segunda instância.

Aliados do petista querem que Cármen inclua na pauta do tribunal as ADCs (ações declaratórias de constitucionalidade) que questionam se um réu pode ir para a prisão antes de esgotados todos os recursos legais disponíveis.
 

Defesa entra com um novo pedido de habeas corpus

A defesa do ex-presidente Lula entrou ontem à noite com um habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar impedir a prisão imediata do petista.

O argumento central é que o TRF-4 antecipou a execução da pena ao determiná-la antes da publicação do acórdão do julgamento dos embargos de declaração apresentados pelos advogados do ex-presidente.

Ainda seria possível apresentar novos embargos e por isso, segundo a defesa, a prisão de Lula ainda não poderia ocorrer.
 

Comerciante é suspeito de planejar ataque a amigo

O comerciante João Carlos Camisa Nova Júnior, 32 anos, é acusado de planejar um ataque fracassado ao amigo, o dono de uma corretora de câmbio Rogério dos Santos Ferreira Júnior, 36 anos.

Segundo a polícia, ele devia R$ 170 mil à vítima. Júnior teve prisão temporária de 30 dias decretada e está foragido.

A tentativa de assassinato ocorreu em 21 de março, no Morumbi (zona oeste).

O dono da corretora levou 12 tiros, mas sobreviveu e não corre risco de morte.

Segundo a polícia, no dia da emboscada, os dois combinaram de se encontrar em uma padaria no mesmo bairro para definir como a dívida seria paga.

"A vítima esperava receber alguma quantia na ocasião, mas só houve conversa e os dois começaram a discutir quando Ferreira Júnior percebeu que não iria receber nada", afirmou o delegado assistente do 89º DP (Morumbi), Clésio Silva de Oliveira Filho, responsável pela investigação.

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