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05/04/2018 - Leia os destaques dos jornais desta quinta-feira


Longe das metas, Doria deixa cargo 1.000 dias antes do fim do mandato

Tucano dará lugar a Bruno Covas sem zerar fila da creche e com zeladoria falha

Após 15 meses no cargo e seguidas promessas de que permaneceria até 31 de dezembro de 2020, o prefeito João Doria (PSDB), 60, deixará a Prefeitura de São Paulo nesta sexta (6) com mil dias de mandato em aberto e distante de suas principais promessas.

Em reunião fechada com seus secretários, Doria entregará as chaves de seu gabinete, no 5º andar do edifício Matarazzo, no centro, para seu vice, Bruno Covas (PSDB), 37.

Eleito no primeiro turno com 53,29% dos votos válidos, o tucano sai agora da prefeitura para disputar a eleição ao governo do estado.

Os 460 dias de gestão Doria foram intensos, mas nem todos eles dedicados à cidade. Foram dias de agendas lotadas, reuniões, visitas a bairros do centro e da periferia, mas também de viagens pelo país para engatar um projeto presidencial que acabou frustrado e ajudou a derrubar sua popularidade nas pesquisas.
 

Alckmin entrega em 74 dias de ano eleitoral mais metrô que em 6 anos

Após acúmulo de atrasos, tucano abre dez estações às pressas em São Paulo

Em seus últimos momentos no comando do governo paulista antes de sair candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB) deixará um saldo de dez novas estações de metrô e trem inauguradas em 74 dias —mais do que as nove entregues nos seis anos anteriores.

Após um acúmulo de atrasos em todas as linhas da rede sobre trilhos de São Paulo, a maratona do tucano para finalizar as obras às pressas teve nesta quarta (4) a abertura da estação Oscar Freire, da linha 4-amarela, e incluirá nesta quinta (5) a entrega da estação Moema, da linha 5-lilás.

Em ambos os casos, com operações ainda restritas aos usuários, em fase de testes.

A partir desta sexta-feira (6), Alckmin sairá do governo, que será assumido pelo vice, Márcio França (PSB).

Em seu último dia, ainda pretende inaugurar um novo trecho do monotrilho da linha 15-prata, na zona leste.

No caso da estação Moema, que será aberta nesta quinta, a operação inicial será de segunda a sábado, das 10h às 15h, sem cobrar tarifa.
 

Lula admite a aliados que está fora das eleições

Ex-presidente passa o dia no sindicato dos metalúrgicos e evita assistir a julgamento na TV; clima vai da descontração a abatimento após resultado

Pouco depois do voto decisivo da ministra Rosa Weber, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, resignado, com um grupo restrito de pessoas que acompanhavam com ele o julgamento de seu pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF): “não iam dar o golpe para me deixarem ser candidato”.

A frase foi interpretada por dirigentes e lideranças petistas como uma admissão de que está fora da disputa eleitoral, embora o PT publicamente insista em manter o discurso sobre a manutenção da candidatura à Presidência, mesmo que o ex-presidente vá para a cadeia. “Isso foi para tentar tirar o Lula da eleição, mas podemos registrar a candidatura dele, mesmo preso. Acredito que Lula vai ficar pouco tempo na prisão”, afirmou o deputado estadual José Américo Dias (PT).

Enquanto isso, petistas começaram a postar nas redes sociais a hashtag #LulaValeALuta. O objetivo é evitar que o desânimo com a derrota no STF contamine a militância e o eleitorado do petista.

O abatimento tomou conta das cerca de 500 pessoas que lotavam o salão principal do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC logo depois do voto de Rosa. Antes, a cada intervalo, os apoiadores de Lula dançavam, faziam batucadas ou se manifestavam em defesa do petista. Depois, ficaram em silêncio durante vários minutos, até que a organização tocou nos alto-falantes a música tema das caravanas de Lula. Muitos foram embora.
 

STF rejeita o habeas corpus de Lula, que deve ser preso

Por 6 votos a 5, em julgamento encerrado no início da madrugada de hoje, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) negaram habeas corpus preventivo pedido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para evitar sua prisão.

O petista foi condenado pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) a 12 anos e um mês de prisão por conta do caso do tríplex do Guarujá (86 km de SP).

A partir do quinto voto, da ministra Rosa Weber, o resultado contrário ao petista já era esperado.
 

Gilmar Mendes cita 'mídia opressiva' e critica imprensa

Durante seu voto na sessão sobre o habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes citou reportagem do jornal Folha de S.Paulo para criticar a atuação do que chamou de "mídia opressiva" e, "de uma certa forma, chantagista".

"Já vi quase de tudo. Nunca vi uma mídia tão opressiva como aquela que se tem feito nesses anos", disse.

Ele classificou a reportagem publicada no último domingo, que mostrou que os ministros do Supremo têm 88 folgas ao ano além dos fins de semana, como uma forma de "chantagem".

"A matéria da Folha de S.Paulo de domingo, dizendo que nós temos 88 dias de férias –essa matéria já deveria ter sido publicada. E eu concordo: nós temos que acabar com os feriados do Judiciário, temos que realmente acabar com as férias em dobro do Judiciário. Mas não mediante chantagem, [mas] como reflexão clara nossa", disse Mendes.
 

Lula diz que não esperava voto favorável de ministra

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um desabafo ao ser informado do voto da ministra Rosa Weber, que negou o habeas corpus a ele.

Lula acompanhava o julgamento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (ABC).

De acordo com aliados, o ex-presidente disse que nunca alimentou expectativas sobre o voto dela e chegou a ironizar a boa-fé de petistas.

"Só vocês acreditaram nisso", disse Lula, referindo-se à esperança de um voto favorável de Rosa.

Ainda segundo petistas, Lula insistiu na tese de que existe um golpe para tirá-lo da disputa eleitoral e que os responsáveis não desistiriam dele agora.

"Ninguém deu um golpe para me deixar candidatar", afirmou, de acordo com seus partidários.
 

Funcionário de mercado é morto em assalto no ABC

O funcionário de um mercado morreu após ser baleado na cabeça em um assalto, por volta das 19h30 de anteontem, em São Bernardo do Campo (ABC).

Nenhum criminoso foi preso até a conclusão desta edição.

Uma câmera de segurança do estabelecimento gravou a ação criminosa e mostrou o ajudante Cleiton Alves Araújo, 30 anos, sendo baleado.

Na imagem é possível ver um homem vestido com uma blusa de frio com capuz chegando armado ao local e anunciando o roubo.

Outro criminoso fica na porta do mercado.

Ele também aparenta estar armado.

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