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07/02/2018 - Leia os destaques dos jornais desta quarta-feira


Justiça decreta prisão de frentista suspeito de matar 2 foliões em SP

Polícia faz busca por suspeito, que trabalhava em posto da av. Rebouças

A Justiça de São Paulo concedeu, na tarde desta terça (6), a prisão temporária do frentista Manoel dos Santos Silva, 47, suspeito de ter matado dois rapazes e baleado um terceiro num posto de combustíveis da avenida Rebouças (zona oeste).

As vítimas haviam deixado um bloco de Carnaval e foram atacadas a tiros na noite do último sábado (3), segundo testemunhas, pelo funcionário do posto, de bandeira Shell, numa briga iniciada após parte do grupo de amigos das vítimas ter feito xixi em uma área do estabelecimento.

O professor de educação física Bruno Gomes de Souza, 31, morreu após ser levado para a Santa Casa. O metalúrgico João Batista Moura da Silva, 30, foi levado ao Hospital das Clínicas, mas, segundo a assessoria de imprensa da unidade, morreu neste domingo (4).

O empresário Rodrigo Beralde da Silva, 35, também deu entrada no HC e foi transferido ao Hospital Nove de Julho, onde permanece internado. Segundo a polícia, ele não corre risco de morte.

A prisão temporária concedida contra o frentista é de 30 dias, tempo que a Polícia Civil terá para concluir as investigações. Manoel Silva está desaparecido desde o crime.
 

Acordo para repor perdas da poupança está nas mãos de Lewandovski

Gilmar e Toffoli homologam acerto para pagar a poupadores dos anos 1980 e 1990

Está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), o acordo que irá pagar as perdas de poupadores das décadas de 1980 e 1990.

Os outros dois relatores de ações da poupança no Supremo, os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, já homologaram seus despachos. O de Gilmar saiu nesta terça (6), e o de Toffoli foi assinado em 18 de dezembro.

Costurado entre AGU (Advocacia-Geral da União), Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o acordo com os bancos prevê compensações para pessoas que moveram ações na Justiça por entenderem que foram prejudicadas pelos planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991). Estima-se que, ao todo, as indenizações cheguem a até R$ 12 bilhões.

Segundo o STF, o ministro Lewandowski informou que levará o caso ao plenário e o tema está entre suas prioridades, mas sem data definida para a homologação.
 

Energia de poste foi furtada, diz Prefeitura

Órgão municipal acusa empresa responsável pela instalação das câmeras de monitoramento no poste onde estudante morreu eletrocutado

A Prefeitura de São Paulo acusa de furto de energia a empresa responsável pela instalação das câmeras de monitoramento no poste onde o estudante Lucas Antônio Lacerda da Silva, de 22 anos, teria sido eletrocutado e morto no domingo, durante passagem de um bloco de carnaval na região central de São Paulo. O corpo de Silva foi enterrado nesta terça-feira, 6, em Cardoso, a 558 km da capital. ,

O Departamento de Iluminação Pública, da Prefeitura, registrou ontem no 4.º Distrito Policial (Consolação) um boletim de ocorrência de furto. Nele, alega que a empresa GWA Systems captou energia de um poste seu sem autorização e instalou as câmeras em um pilar usado para sinalização de trânsito, na esquina das Ruas da Consolação com Matias Aires, no centro da cidade.

A GWA foi contratada pela Dream Factory, produtora oficial do carnaval de rua, para instalar câmeras de monitoramento. À polícia, um diretor do Ilume e dois supervisores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) afirmaram que não foram consultados nem autorizaram a instalação. “Ela foi instalada indevidamente e em condições técnicas inadequadas”, disse o prefeito João Doria (PSDB).

Hoje, o delegado Júlio Cesar Geraldo deve ouvir os representantes das duas empresas. “As investigações ainda estão no início.” Em nota, a GWA disse que “sempre seguiu todas as normas técnicas e de segurança que regulamentam o setor”.
 

Presidente do TJ nega recurso de Doria para liberar SP Cidade Linda

Prefeito de São Paulo pediu suspensão da liminar que o proíbe de usar o símbolo SP Cidade Linda em ações de sua gestão

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Manoel Pereira Calças, negou pedido apresentado pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), para suspender a liminar que o impede de usar a marca SP Cidade Linda nas ações municipais. A decisão é da tarde desta terça-feira, 6.

Calças entendeu que o recurso apresentado por Doria, assinado pelo procurador geral do município, Ricardo Ferrari, e outros dois procuradores, não atendia os requisitos legais para seer atendido. Para ele, o recurso deverá ser analisado pelos desembargadores naturais do processo, não ao presidente do TJ.

No recurso, a Prefeitura argumentava que o uso de marcas e símbolos é "fundamental" para atingir objetivos de programas públicos e citava, como exemplo, quatro programas do governo federal associados ao governo do PT: "Minha Casa, Minha Vida", "Bolsa Família", "Fome Zero" e o slogan "Brasil, um País de todos".  
 

Ausência de titularidade do triplex é compatível com lavagem de dinheiro, dizem desembargadores

Em acórdão, os julgadores do ex-presidente Lula no Tribunal da Lava Jato afirmam que delito é configurado pela 'intenção de ocultar ou dissimular a titularidade ou a origem do bem'

A ausência de documentos que comprovem que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era titular do triplex 164-A do condomínio Solaris, no Guarujá, é ‘compatível’ com o crime de lavagem de dinheiro, diz o acórdão do julgamento do petista publicado nesta terça-feira, 6, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Por unanimidade, os desembargadores da Corte João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus, da 8.ª Turma, aumentaram a pena do petista para 12 anos e um mês de prisão em regime fechado em 24 de janeiro. Os magistrados entenderam que as reformas e a aquisição do triplex pela OAS em benefício do ex-presidente configuram corrupção e lavagem de dinheiro no valor de R$ 2,2 milhões.

No documento de 7 páginas, os desembargadores elencam em 45 tópicos os motivos pelos quais o ex-presidente foi condenado. Alguns dos itens chamam a atenção para argumentos da defesa do ex-presidente que foram enfrentados pelos magistrados.

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